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Durão Barroso pede resposta rápida e ambiciosa da UE contra crise

Lisboa, 21 nov (EFE) - O presidente da Comissão Européia (CE, braço Executivo da União Européia), José Manuel Durão Barroso, pediu hoje em Portugal uma resposta rápida, decidida e ambiciosa do bloco contra a crise financeira que inclua estímulos econômicos de caráter orçamentário e fiscal.

EFE |

Durante uma reunião da Associação Empresarial para a Inovação (Cotec) de Portugal, Barroso disse que "no mundo todo o crescimento é lento, o desemprego aumenta e as principais economias entram em recessão".

Os instrumentos para combater a crise deverão incluir "estímulos por via orçamentária", ressaltou o presidente da CE ao destacar o difícil marco financeiro mundial e como nas economias emergentes, embora ainda com crescimentos altos, também começam a ser sentidos os efeitos da desaceleração.

Barroso defendeu um plano europeu amplo, que abranja múltiplos níveis, para enfrentar a crise e que seja coordenado por todos os membros do bloco.

Esse plano deve incluir um orçamento expansivo e uma política fiscal adequada à desfavorável conjuntura, medidas, ressaltou, que estão em conformidade com o Pacto de Estabilidade e Crescimento da UE.

Ele apontou as infra-estruturas, a pesquisa e as energias limpas como as principais apostas de investimento para os países do bloco.

"Devemos agir rapidamente e de forma decidida para conter os efeitos da crise na economia real", disse, após lembrar que o objetivo imediato passa agora por "reformar a regulação dos mercados financeiros, para evitar crises futuras".

Além disso, Durão Barroso destacou o valor da postura da UE no recente encontro do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países mais ricos e principais emergentes), realizado em Washington para buscar soluções à crise.

O presidente da CE afirmou que o encontro nos Estados Unidos foi um sucesso porque os líderes mundiais trabalharam coordenadamente para apoiar a economia real e por ter havido um consenso sobre a necessidade de regular os mercados e evitar a adoção de medidas protecionistas.

Durão Barroso se referiu às reuniões da Rodada de Desenvolvimento de Doha sobre a negociação das relações comerciais em nível mundial, e sustentou que seu sucesso facilitaria também a superação da crise.

EFE arm/db

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