O mercado de ações norte-americano fechou com os principais índices em alta, refletindo o alívio dos investidores com a aprovação do projeto de reforma do setor de saúde na Câmara dos Representantes ontem à noite, o que removeu uma incerteza que durava há meses. Estamos em um daqueles ambientes de mercado onde o impulso é positivo, disse Eric Thorne, vice-presidente da Bryn Mawr Trust.

Thorne observou que embora os ganhos sejam atribuídos à remoção da incerteza da reforma da saúde, em um ambiente psicológico diferente, os investidores poderiam ter reagido de outra forma, por exemplo, focando sobre os custos estimados que as companhias terão com a nova lei.

O índice Dow Jones subiu 43,91 pontos (0,41%) e fechou com 10.785,89 pontos - seu melhor nível desde 1º de outubro de 2008. Pfizer e Merck subiram 1,42% e 0,63%, respectivamente, em reação à passagem da reforma do setor de saúde no Congresso.

A Boeing também teve um forte desempenho, com alta de 1,68%, depois que a Oppenheimer elevou seu rating de investimento sobre a ação. A firma citou o recente movimento da Boeing para aumentar sua produção com base em uma esperada melhora na demanda.

O Nasdaq subiu 20,99 pontos (0,88%) e fechou com 2.395,40 pontos - seu melhor fechamento desde 28 de agosto de 2008. O S&P-500 avançou 5,91 pontos (0,51%) e fechou com 1.165,81 pontos.

O recuo do dólar frente ao euro proporcionou impulso às commodities, o que beneficiou as companhias de matérias-primas: DuPont +2,52% e Alcoa +0,63%. Contudo, as blue chips de energia não conseguiram acompanhar a recuperação do petróleo e fecharam em baixa: Chevron -0,69% e ExxonMobil -0,10%. As informações são da Dow Jones.

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