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Dow Jones segue em baixa; Ação da GM bate menor preço em 70 anos

SÃO PAULO - Depois uma breve tentativa de recuperação, as bolsas norte-americanas voltam a operar em território negativo. Por volta das 14h40 o Dow Jones apresentava queda de 1,14%, aos 7.906 pontos, e a bolsa eletrônica Nasdaq recuava 0,14%, para 1.384 pontos. Prejudicado pelos bancos, o índice S & P 500 registrava queda de 1,61%, aos 793 pontos.

Valor Online |



A preocupação com o futuro das montadoras e do setor financeiro segura os investidores na ponta vendedora. Além disso, a economia dá mais sinais de fraqueza.

Segundo o Departamento de Trabalho, os pedidos por seguro-desemprego aumentaram em 27 mil na semana encerrada dia 15 de novembro, somando 542 mil, maior patamar já registrado desde julho de 1992.

Leitura negativa também veio com o índice de atividade do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano da Filadélfia, que ficou em -39,3 pontos, contra -37,5 pontos no mês anterior.

E o Conference Board anunciou que índice dos indicadores antecedentes dos Estados Unidos diminuiu 0,8% em outubro, após avançar 0,1% um mês antes. O indicador tenta traçar o comportamento da economia nos próximos três a seis meses.

Sem ajuda do governo, os papéis das montadoras seguem em queda livre. A ação da GM chegou a cair 35% batendo US$ 1,70, nova mínima de preço não observada desde 1938. Há pouco, o ativo recuava 21%, valendo US$ 2,06. Já os papéis da Ford perdiam 6,35%.

Desde o começo da semana, as montadoras buscam US$ 25 bilhões com o governo para enfrentar a crise financeira. No entanto, os republicanos se mostram contra o empréstimo.

No setor financeiro, as ações do Citigroup continuam afundando. O papel não teve alento mesmo depois que o príncipe saudita Alwaleed bin Talal deu um voto de confiança ao Citi e anunciou que elevará sua participação no capital do banco de menos de 4%, para 5%. Há pouco, o ativo caía 20,6%. Perda acentuada também para as ações do JPMorgan, que recuavam 10,8%.

Evidenciando a descrença em uma recuperação da atividade econômica não só nos Estados Unidos, mas no mundo todo, o preço do petróleo registra o quinto dia consecutivo de baixa, operando abaixo dos US$ 50 o barril pela primeira vez desde maio de 2005.

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