P 500 fecham em alta, mas Nasdaq recua 0,50% - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Dow Jones e S P 500 fecham em alta, mas Nasdaq recua 0,50%

SÃO PAULO - O novo pacote de ajuda a instituições financeiras e ao consumo, anunciado hoje nos Estados Unidos, deu suporte para a recuperação dos índices Dow Jones e S & P 500, com ganho de ações do setor financeiro. O Dow Jones subiu 0,43%, para 8.

Valor Online |

479 pontos, e o Standard & Poor´s 500 ganhou 0,66%, para 857 pontos. Já o eletrônico Nasdaq terminou em queda de 0,50%, para 1.464 pontos.

As ações da General Motors fecharam com queda de 0,84% (US$ 3,56), ainda afetadas pela incerteza de apoio específico para o setor automotivo dos Estados Unidos. Também fecharam no vermelho as ações da HP, que caíram 5,88% (US$ 33,60) em meio a rumores de que a empresa estaria excessivamente otimista em suas previsões para 2009. Também caíram 5,98% (US$ 15,42) as ações da Cisco, devido a previsões de demanda desacelerando nesse segmento.

Os papéis do Goldman Sachs, do Morgan Stanley e do JP Morgan fecharam com ganho de 6,47% (US$ 71,78), 6,65% (US$ 14,27) e 7,94% (US$ 29,77), respectivamente. As instituições devem ser favorecidas pelo plano do Federal Reserve
O anúncio do novo pacote veio logo após a abertura do mercado, que já havia fechado em alta ontem por conta do socorro ao Citigroup e a nomeação da equipe econômica do presidente eleito, Barack Obama.

O plano do Fed prevê um programa de US$ 600 bilhões para compra de títulos relacionados a hipotecas e há também a criação de uma linha de empréstimos (cuja sigla é TALF, em inglês), num total de US$ 200 bilhões, com o objetivo de ajudar a estimular a oferta de crédito ao consumo e a pequenas empresas.

Mas o pregão passou por momento de forte baixa após o departamento de Comércio dos EUA apontar uma queda de 0,5% na segunda revisão do Produto Interno Bruto (PIB) do país, referente ao terceiro trimestre em termos anualizados. A primeira versão do dado havia apontado retração de 0,3%.

Em contrapartida, o índice de confiança dos consumidores medida pelo Conference Board apontou um surpreendente aumento para 44,9 pontos neste mês, ante patamar de 38,8 apurado no tenebroso mês de outubro, que registrou o pior nível da série, em vigor desde 1967.

(Valor Online, com agências internacionais)

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG