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SÃO PAULO - A eliminação de 51 mil postos de trabalho em julho nos Estados Unidos e o prejuízo trimestral da General Motors (GM) dividem as atenções dos agentes em Wall Street nesta sexta-feira.

Conforme dados oficiais apresentados nesta manhã, a folha de pagamentos não-agrícola americana diminuiu em 51 mil vagas no mês passado e a taxa de desemprego subiu para 5,7%, o nível mais elevado em quatro anos. Alguns economistas esperavam uma redução de 70 mil postos de trabalho em julho e uma taxa de desemprego de 5,6%.

O Institute for Supply Management (ISM) revelou, por sua vez, que o índice que mede o desempenho da atividade manufatureira nos EUA ficou em 50% no mês passado, pouco melhor do que as estimativas do mercado, de uma leitura de 49,5%.

A GM verificou prejuízo de US$ 15,5 bilhões no segundo trimestre, associado a uma queda nas vendas nos Estados Unidos, entre outros fatores.

Assim como sua concorrente Ford, a empresa sentiu que os consumidores americanos se voltaram para veículos menores e mais eficientes em termos de combustível a fim de lidar com os altos preços do petróleo.

Há pouco, o Dow Jones cedia 0,52%, para 11.318,59 pontos. O S & P 500 declinava 0,56%, pra 1.260,25 pontos. O Nasdaq tinha perda de 1,09%, aos 2.300,10 pontos.

(Juliana Cardoso | Valor Online, com agências internacionais)

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