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Dow Jones cai mais de 4% e pregão é suspenso; europeias desabam

Nem o lucro trimestral da GE dentro do esperado nem o pronunciamento do presidente George W. Bush foram suficientes para acalmar Wall Street nesta sexta-feira. Por volta de 14h30, o índice Dow Jones caía mais de 4% e o pregão foi suspenso pelo circuit breaker.

Redação |

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A suspensão temporária do pregão visa a acalmar os investidores e evitar comportamentos de "manada".

Às 14h30, o Dow Jones registrava queda de 4,31%, aos 8.209 pontos. O Nasdaq caía 4,11%, aos 1.577 pontos.

Persistem os temores de uma eventual recessão global e prossegue a desconfiança no setor financeiro. Ao mesmo tempo, os agentes receberam os números da General Electric (GE) - apesar de um lucro trimestral menor, a empresa atendeu às expectativas.

O pronunciamento do presidente George W. Bush, na manhã de hoje, também teve o intuito de acalmar os mercados - que estão na expectativa por eventuais novas medidas anticrise após a reunião do G7, nesta sexta-feira.

Ontem, o Dow Jones baixou 7,33% e o Nasdaq perdeu 5,47%.

Europa

As Bolsas da Europa fecharam em forte baixa nesta sexta-feira, com perdas que superaram os 7%, contaminadas pelo clima de pessimismo emanado da Ásia e do fechamento negativo de ontem em Wall Street.

O índice FTSE 100 da Bolsa de Londres se desvaloriozou em 8,48%, aos 4.313,80 pontos. Seguindo a mesma tendência, o índice CAC 40 da Bolsa de Paris caiu 7,73%, aos 3.176,49 pontos. A Bolsa de Frankfurt registrou perdas de 7,01% e fechou aos 4.544,31 pontos.

Ásia

A queda livre das bolsas européias começou na abertura, após a forte baixa observada na quinta-feira em Wall Street, superior a 7%, e de Tóquio. A bolsa japonesa fechou a pior semana de sua história, com uma queda de 10%.

Na crise de confiança vivida pelos mercados, que, segundo os analistas, estão tão afetados pelo efeito psicológico da crise que é impossível prever sua evolução, a reunião hoje em Washington dos membros do Grupo dos Sete (G7, sete nações mais industrializadas do mundo) é uma gota no oceano.

Os representantes do G7 se reúnem em meio a uma crise financeira global sem precedentes e crescentes apelos para que os membros do grupo aumentem seu trabalho "em equipe".

As medidas de ação coordenada dos Governos e até dos bancos centrais não parecem, no entanto, surtirem os efeitos esperados.

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