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Dólar tem 4ª alta seguida e já sobe 1,86% no mês

O dólar fechou em alta em relação ao real pela quarta sessão consecutiva, influenciado pela forte apreciação da moeda ante o euro, pelo fluxo financeiro negativo ao Brasil e pelo reposicionamento de investidores no mercado cambial futuro. O dólar comercial subiu 0,89%, para R$ 1,591, sua maior cotação desde 17 de julho, quando encerrou a R$ 1,599.

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista terminou o dia cotado a R$ 1,5925, com avanço de 0,98% sobre o valor de ontem. Nesta semana e em agosto até o momento, o dólar comercial acumula apreciação de 1,86%, resultado que reduziu as perdas do ano para 10,37%. O giro financeiro total à vista cresceu 38% hoje, para cerca de US$ 3,810 bilhões.

No exterior, o euro recuou ante o dólar ao menor nível em oito semanas, a US$ 1,5310 (-0,80%), após o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, demonstrar preocupação com o enfraquecimento da economia na Europa, embora tenha sinalizado foco em manter a inflação sob controle. Como Trichet deu ênfase aos riscos ao crescimento, o mercado bateu no euro, observou um operador.

Trichet enfatizou em nota do BCE que a prioridade da instituição é manter a estabilidade dos preços, mas mencionou que as incertezas em relação ao crescimento permanecem elevadas e que a economia da zona do euro está enfraquecendo em meados de 2008. Isso teria justificado a decisão do BCE de manter o juro na zona do euro em 4,25% ao ano. Segundo analistas, a autoridade monetária enviou um sinal neutro sobre o futuro da política monetária na região, o que permitiu a continuidade do ajuste do dólar. O BC inglês também decidiu não alterar os juros, que são atualmente de 5% ao ano. Às 16h46, o euro recuava 0,67%, a US$ 1,533.

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