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Dólar sobe para R$ 1,575, com petróleo e juro nos EUA

O recuo do petróleo abaixo de US$ 119 por barril e a manutenção dos juros nos Estados Unidos como era esperado favoreceram a alta do dólar no mercado externo e também em relação ao real. As bolsas européias e norte-americanas também se beneficiaram dessas notícias e registraram firmes ganhos, que deram impulso à Bovespa, embora limitado pela queda das matérias-primas (commodities).

Agência Estado |

O fluxo cambial mais fraco e o próprio nível atual da moeda - o mais baixo em nove anos e meio - também ampararam a correção das cotações pelo segundo dia consecutivo.

O dólar comercial subiu 0,77%, a R$ 1,575, enquanto o dólar negociado à vista na Bolsa de Mercadorias & Futuros fechou em alta de 0,84%, cotado a R$ 1,5755. O giro financeiro total à vista diminuiu 37%, para cerca de US$ 2,297 bilhões.

De acordo com operadores, o fluxo de recursos ao Brasil pelo segmento comercial foi positivo, mas menor que o anterior, enquanto o financeiro tendeu ao negativo com demanda por moeda de estrangeiros para remessas ao exterior. Esse movimento ajudou a sustentar a alta das cotações do dólar na sessão.

A correção do dólar nos mercados internacionais de moedas decorrente da desvalorização do petróleo acelerou-se após a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), mas em seguida as cotações votaram para os níveis ao redor de antes do anúncio da decisão. Mais cedo, a moeda norte-americana chegou a atingir a máxima em sete semanas contra o euro, reagindo ainda aos indicadores de atividade melhores do que o esperado nos EUA e desfavoráveis na zona do euro.

Em relação aos juros, o Fed votou por 10 a 1 para manter a taxa básica em 2% ao ano pelo segundo encontro consecutivo. O comunicado que acompanhou a decisão mencionou que a preocupação com a inflação continua no alto das prioridades do Fed e que os riscos para o crescimento nos EUA permanecem.

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