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Dólar sobe 0,71% e fecha na máxima do dia, a R$ 2,28

Após dois dias em baixa, o dólar comercial fechou em alta de 0,71% nesta segunda-feira, negociado a R$ 2,28 no mercado interbancário de câmbio. A moeda encerrou o dia na cotação máxima; a taxa mínima, registrada pela manhã, foi de R$ 2,263.

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), nos contratos de liquidação à vista, o dólar fechou a R$ 2,2785, alta de 0,64%.

O mercado de câmbio doméstico teve o volume de negociações reduzido hoje, por causa do feriado nos Estados Unidos (Dia do Presidente). Os poucos participantes ajustaram posições defensivas em meio à alta externa do dólar, diante do receio com a saúde do setor financeiro nos EUA e Europa e a contração do Produto Interno Bruto (PIB) do Japão no 4º trimestre de 2008, a maior em três décadas.

Após a aprovação final do pacote de estímulo de US$ 787 bilhões pelo Senado norte-americano na sexta-feira à noite, a expectativa agora é de que ele seja sancionado pelo presidente Barack Obama ainda hoje. Os investidores também estão em compasso de espera pelo detalhamento da ajuda aos bancos nos EUA, assim como pela apresentação, na quarta-feira, pelo presidente, Barack Obama, do seu programa para evitar execuções hipotecárias.

No exterior, os investidores buscaram proteção na moeda americana, uma vez que as notícias ruins sobre a economia mundial não dão trégua. No Japão, o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 3,3% no trimestre entre outubro e dezembro de 2008, ante o intervalo anterior, e 12,7%, em bases anualizadas, de acordo com dados divulgados pelo Escritório do Gabinete japonês. Esses dados mostram que a economia japonesa foi mais afetada pela crise do que outras nações industrializadas, refletindo como o país depende das exportações para crescer e como é afetado quando a demanda externa diminui. A economia dos Estados Unidos recuou 1% no quarto trimestre de 2008 e a da zona do euro, 1,5%, segundo informações da agência Dow Jones.

Além disso, a reunião dos ministros do G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo), em Roma, no fim de semana, foi considerada ineficaz, dada a incapacidade de chegar a um ponto concreto em relação à crise econômica e financeira internacional.

Já a retomada de superávit pela balança comercial brasileira este mês foi bem recebida nas mesas de negócios, mas não fez preço, disse um operador. Na segunda semana deste mês (dias 9 a 15), o saldo comercial teve superávit de US$ 225 milhões, com exportações no período de US$ 2,361 bilhões e importações de US$ 2,136 bilhões. No ano, até a segunda semana deste mês, a balança registra superávit de US$ 172 milhões.

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