SÃO PAULO - A moeda americana já se afastou das máximas registradas ao redor do meio dia, mas segue operando com forte alta contra o real, captando o aumento na aversão ao risco em âmbito global depois do aumento da preocupação com uma crise de endividamento soberano na Europa. Por volta das 15h05, o dólar comercial subia 1,37%, a R$ 1,767 na compra e R$ 1,769 na venda. Na máxima a moeda foi a R$ 1,773.

SÃO PAULO - A moeda americana já se afastou das máximas registradas ao redor do meio dia, mas segue operando com forte alta contra o real, captando o aumento na aversão ao risco em âmbito global depois do aumento da preocupação com uma crise de endividamento soberano na Europa. Por volta das 15h05, o dólar comercial subia 1,37%, a R$ 1,767 na compra e R$ 1,769 na venda. Na máxima a moeda foi a R$ 1,773. No mercado futuro, o dólar com vencimento para maio, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), avançava 1,11% também, a R$ 1,768. A situação da Grécia voltou a piorar depois que a Standard & Poor''''''''s rebaixou a classificação do país ao status de"junk bond". A nota caiu em dois degraus, para"BB+", o que deve dificultar a capacidade de financiamento do país. Pouco antes, a mesma agência tinha cortado a nota de crédito soberano de Portugal. A classificação foi rebaixada de"A+"para"A-". O mercado se pergunta, agora, quem será o próximo, já que Espanha, Itália e Irlanda enfrentam problemas semelhantes de endividamento. A incerteza gera venda. E partindo dessa máxima, os investidores reduziram posições em ativos de risco como ações e commodities e correram em busca de liquidez e proteção no dólar e nos títulos da dívida americana. (Eduardo Campos | Valor)
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