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Dólar registra quarta alta seguida nesta quinta; Bovespa tem forte oscilação

SÃO PAULO - O dólar registrou nesta quinta-feira sua quarta alta seguida frente ao real, refletindo as pressões do mercado futuro e o nervosismo de investidores em relação às consequências da crise econômica global. A moeda norte-americana encerrou o pregão com uma valorização de 1,58%, cotada a R$ 2,386. A divisa já acumula um ganho de 5%.

Redação com agências |

 

"A crise de confiança está se alastrando cada vez mais... o mercado está 'pisando em ovos'", afirmou Mario Paiva, analista de câmbio da corretora Liquidez.

A quinta-feira contou com a divulgação de mais dados desanimadores nos Estados Unidos, com aumento nos pedidos de auxílio-desemprego e retração da atividade manufatureira em Nova York pelo quinto mês seguido.

Segundo os dados mais recentes atualizados pela BM&F, os investidores estrangeiros mantinham na véspera mais de US$ 12 bilhões em posições compradas no mercado de dólar futuro. Na prática, essa exposição equivale a uma aposta na alta do dólar.

 

Bolsa de Valores

 

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) entrou em forte oscilação na tarde desta quinta-feira. Depois de subir 1,7% na manhã desta quinta-feira, o Ibovespa seguiu para uma baixa 2,02%. Neste final de tarde, o índice voltou a registrar uma valorização de 1,07%, com 38.388 pontos.

O pessimismo segue elevado em Wall Street, onde o Dow Jones apontava queda de 0,97%, enquanto o Nasdaq recuava 0,24%. Na agenda do dia, o Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos EUA, que apontou deflação de 2% em dezembro, contra expectativa de queda de 2%. O núcleo do indicador, que tira os alimentos e a energia da conta, subiu 0,2%, acima do 0,1% esperado.

Também foi divulgado o indicador referente aos pedidos por seguro-desemprego, que subiram em 54 mil na semana passada, para 524 mil, pouco acima do esperado.

O ponto "positivo" da manhã foi o resultado do JP Morgan Chase, que fechou o quarto trimestre com lucro de US$ 702 milhões, ou US$ 0,07 por ação, resultado dentro do esperado. Apesar de ter ficado no azul, o lucro teve queda de 76% sobre 2007. 

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