Depois de nos últimos meses terem suas margens comprimidas pela alta da nafta, as petroquímicas agora contam com menor pressão de custos graças à tendência de queda dos preços do insumo. Mas a valorização do dólar limita os ganhos.

Cotada atualmente em US$ 925, a nafta já apresenta queda de cerca de 20% em relação a junho e julho, quando superou US$ 1.100 mil por tonelada.

Mas apesar da correlação de preços entre o produto comercializado pela Petrobrás e o vendido na Europa, é provável que a queda nos valores do mercado internacional não ocorra na mesma proporção no País por causa da variação cambial.

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