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Dólar fecha setembro a R$ 1,90, alta de 16,47% no mês

A terça-feira foi de correção no mercado cambial brasileiro, com queda expressiva do dólar após a disparada de ontem. O dólar comercial fechou em baixa de 3,30% a R$ 1,902.

Agência Estado |

Durante as negociações, chegou à mínima de R$ 1,895 e na máxima do dia foi negociado a R$ 1,939. Ontem o dólar comercial tinha subido 6,15% a R$ 1,967. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar negociado nos contratos de liquidação à vista encerrou o pregão de hoje cotado a R$ 1,904, em baixa de 3,15%. De acordo com informações do mercado, o volume de negócios somava cerca de R$ 4 bilhões por volta das 16h30.

No mês de setembro, o dólar comercial registrou valorização de 16,47% - em 29 de agosto passado, último dia útil, o dólar estava no nível de R$ 1,633.

As operações no mercado de câmbio brasileiro descolaram-se do movimento externo do dólar, onde a divisa manteve firme apreciação ante o euro e o iene. Às 17h10, o euro cedia a US$ 1,4073, queda de 2%. Em relação ao real, o euro fechou cotado hoje a R$ 2,679, em queda de 5,80%. Mas no acumulado de setembro, o euro subiu 11,81% em relação ao real.

A expectativa de que a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos poderá chegar a um acordo sobre o plano de resgate do setor financeiro, depois da rejeição do pacote de US$ 700 bilhões ontem, melhorava o sentimento dos investidores em Wall Street e beneficiava a divisa norte-americana no exterior.

No Brasil, a influência positiva dos ganhos das Bolsas em Nova York e na Bovespa contagiou o segmento cambial, dando suporte para o ajuste de baixa nas cotações, após o estresse de ontem. Na Bolsa brasileira, o Ibovespa fechou em alta de mais de 7%, em recuperação técnica após o tombo de 9,36% ontem.

Operadores citaram ainda que o movimento de ontem no mercado cambial doméstico foi "um pouco exagerado" em relação à oscilação verificada em outras divisas. "E hoje devolveu parte disso", notou o profissional da tesouraria de um banco em São Paulo. Além disso, a sessão de hoje marca a formação da Ptax, taxa de referência para liquidação dos contratos futuros de câmbio na BM&F, o que pode ter influenciado também as cotações.

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