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Dólar fecha em alta de 6,82%, para a máxima de R$ 2,318; Bovespa tem queda forte

SÃO PAULO - O dólar comercial retomou nesta sexta-feira o movimento de valorização, puxado pela forte tensão que dominou os mercados globais hoje. Nem mesmo o leilão de swap e as duas operações de venda de moeda pelo Banco Central no mercado à vista foram suficientes para debelar a valorização da divisa, que opera na máxima do dia.

Redação com agências |

O dólar comercial fechou negociado a R$ 2,318, alta de 6,82%. Na quinta-feira, a divisa fechou a R$ 2,198, queda de 3,59%.

Nas operações de swap cambial, a autoridade monetária tem posição vendedora em câmbio e compradora em taxa de juros, o que injeta recursos no mercado, colaborando para a depreciação do dólar. Com a operação de hoje, o BC realiza leilões de venda de swap cambial pelo quinto dia consecutivo nesta semana.

Na quarta-feira, pela primeira vez desde fevereiro de 2003, a autoridade monetária retomou os leilões de venda direta de dólares, ao realizar três intervenções deste tipo. Ontem, foi feito novo leilão neste modelo e hoje, mais dois.

Bovespa tem queda

O nervosismo do mercado financeiro é sentido mais uma vez nesta sexta-feira pela Bovespa, que teve os negócios suspensos - com o "circuit breaker" acionado às 10h35 - após cair mais de 10%.

Por volta das 11h10, o pregão foi retomado. O índice, porém, segue em queda e, às 16h58, registrava baixa de 3,64%, aos 35.728 pontos. Se houver novas perdas que superem os 15%, o pregão será novamente interrompido, desta vez por uma hora.

O "circuit breaker" é um mecanismo acionado automaticamente quando as perdas da Bolsa passam de 10% na tentativa de interromper o comportamento de "manada" dos investidores e acalmar o mercado. 

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