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Dólar fecha em alta de 3,2%, apesar de 3 leilões do BC

O dólar fechou hoje em alta em relação ao real, pela terceira sessão consecutiva, refletindo um fluxo cambial negativo e ajustes das cotações à alta externa da moeda norte-americana ante o euro, em meio à persistente saída de investidores dos mercados de ações e de matérias-primas (commodities). O Banco Central deu liquidez ao mercado doméstico de câmbio com a venda de cerca de US$ 1,3 bilhão em três leilões - dois de swap cambial (com valor aproximado de US$ 993 milhões) e um de venda direta de dólares (cerca de US$ 350 milhões) - mas essa oferta foi insuficiente para atender à demanda e as cotações subiram mais.

Agência Estado |

No fechamento, o dólar comercial subiu 3,20% e fechou cotado a R$ 2,293 no mercado interbancário de câmbio, na maior taxa desde 24 de outubro, quando encerrou a R$ 2,327. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançou 2,88% a R$ 2,288. Apenas nos três dias úteis desta semana, a moeda norte-americana acumula ganho de 6,35% ante o real. No ano até hoje, a valorização é de 29,18%. O giro financeiro total seguiu reduzido e somou US$ 1,367 bilhão, que inclui o lote negociado pelo BC.

Ausente nas vendas direitas de dólar em leilão desde a quinta-feira da semana passada (dia 6), o BC retomou a venda direta da moeda norte-americana hoje, segundo operadores, porque teria ocorrido demanda pontual de investidores para remessas de recursos ao exterior.

Outro fator de pressão sobre as cotações do dólar na sessão de hoje foi o fortalecimento externo da moeda norte-americana ante o euro, amparado pela demanda de investidores que saíram das bolsas e de posições em commodities, principalmente o petróleo, que caminha para fechar na casa dos US$ 56,00 o barril hoje em Nova York.

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