Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Dólar encerra terça-feira com queda de 0,67%; Bovespa opera no campo positivo

SÃO PAULO - Depois de um começo de pregão bastante instável, as vendas acabaram falando mais alto e o dólar devolveu parte dos ganhos acumulados depois de dois dias seguidos de valorização ante o real. A moeda norte-americana encerrou a terça-feira com uma desvalorização de 0,67%, cotada a R$ 2,372.

Redação com Valor Online |

A queda desta terça-feira, segundo analistas de mercado, também ocorre devido a expectativa de cortes na taxa de juros do Federal Reserve (Banco Central dos EUA) e novos leilões de dólares pelo Banco Central brasileiro.

No início dos negócios da tarde, o Banco Central já realizou um leilão de venda de dólares no mercado à vista. A autoridade monetária também anunciou um leilão de venda da moeda norte-americana com o compromisso de recompra para esta quarta-feira.

Ainda nesta terça-feira, O BC deve fazer uma pesquisa de demanda e anunciará se irá realizar um leilão de swap cambial tradicional com o objetivo de prosseguir com a rolagem de lote de contratos que vencem no início de janeiro.

Bolsa de Valores

A terça-feira é de forte valorização para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Amplificando a sinalização externa. O Ibovespa entra na tarde desta terça-feira com um ganho de 2,61%, com 39.282 pontos. O giro financeiro, até o momento, é de R$ 1,06 bilhão.

O gestor da Vetorial Asset, Sérgio Machado, notou que nesta segunda o ímpeto comprador na Bovespa tem "vida própria" e está bem mais forte do que o observado no mercado externo. "É o rali de final de ano que parece estar vindo. É algo normal, ainda mais depois de um movimento de correção muito grande"" , avalia o especialista.

Segundo Machado, é perceptível a presença do capital estrangeiro do mercado. Sinal claro disso é a redução no saldo negativo desses investidores na Bovespa, que chegou a ser de menos R$ 3 bilhões até 5 de dezembro, e caiu para menos R$ 585 milhões no acumulado do mês até a quinta-feira da semana passada.

De acordo com o gestor, o investidor balança entre a ganância e o medo e como não apareceram mais novidades extremamente negativas, a ganância começa a superar o medo. "De alguma forma o investidor começa a buscar alternativas. Lá fora, as taxa de juros são pífias. Há uma busca por melhores rendimentos". 

O destaque segue com as ações da Petrobras, mas Machado reforça que a alta é bastante disseminada, tanto dentro quanto fora do índice. Sinal disso é que apenas 3 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa apresentavam queda.

Leia tudo sobre: bolsa e dólar

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG