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Dólar encerra segunda-feira com valorização de 1,06%; Bovespa registra forte queda

SÃO PAULO - Em linha com o pessimismo externo e a queda acentuada na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o dólar fechou em alta contra o real, mas ainda respeitando o patamar de R$ 2,30. Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana encerrou os pregão cotada a R$ 2,296, com uma valorização de 1,06%.

Redação com agências |

 

Bolsa de Valores

O fluxo vendedor continua forte na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) que briga para retomar o importante patamar dos 40 mil pontos. Por volta das 17h, o Ibovespa registrava uma desvalorização de 5,26%, para 39.395 pontos.

Seguindo o preço das commodities no mercado externo, em especial o petróleo, que é negociado na faixa dos US$ 38 o barril de WTI, a ação PN da Petrobras caía 5,66%, para R$ 23,96. Logo atrás vem o ativo PNA da Vale, que recuava 4,85%, para R$ 26,86.

Queda acentuada também para as siderúrgicas. CSN ON recuava 5,23%, negociada a R$ 35,14. Gerdau PN perdia 6,08%, para R$ 17,60, e Usiminas PNA se desvalorizava 2,63%, valendo R$ 29,90.

Cabe lembrar que esses mesmos papéis foram responsáveis pela puxada de alta observada nos primeiros dias de 2009, quando em três sessões o Ibovespa saiu dos 37.500 pontos para cima dos 42.300 pontos.

A última semana foi muito favorável para o Ibovespa, que conseguiu contabilizar valorização expressiva, de 10,74% no ano, puxada principalmente por compras de investidores estrangeiros, que responderam por um fluxo positivo de R$ 1,042 bilhão este ano até o dia 7, a melhor semana em termos de fluxo em pelo menos seis meses.

Nos Estados Unidos, os investidores também operam com cautela, à espera do balanço trimestral da Alcoa. A gigante do alumínio, que na semana passada anunciou demissões de corte de produção, dá a largada na temporada de balanços trimestrais nos Estados Unidos e as perspectivas não são nada positivas.

A agenda do dia é pouco relevante nos EUA, mas a semana reserva os índices de preços no atacado e no varejo, as vendas no comércio e a produção industrial.


Na Ásia, a segunda-feira foi de perda para os principais mercados. Tóquio puxou a fila recuando 0,45%. Seul caiu 2,05%. Na China, Hong Kong e Xangai desvalorizaram 2,83% e 0,24%, respectivamente.

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