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Dólar encerra em alta em sessão de poucos negócios

A liquidez restrita continuou comprometendo o mercado de câmbio doméstico, que hoje foi ainda mais castigado pelo fato de que a clearing de câmbio da BM&F não aceitou operações para liquidação em dois dias úteis (D+2), que respondem por 99% dos negócios, já que a Bolsa não irá operar na quarta-feira (dia 31). Assim, as transações com dólar à vista na BM&F estiveram restritas ao D+1, cuja cotação subiu 0,75%, para R$ 2,4165, na máxima, com mínima de R$ 2,36.

Agência Estado |

No mercado interbancário, o dólar comercial encerrou em alta de 1,90%, a R$ 2,415, na cotação máxima do dia. As liquidações em D+2 foram feitas basicamente por meio do Sistema de Transferências de Reservas (STR), que, no entanto, tem, segundo operadores, um limite baixo para as operações. O giro financeiro do dia foi estimado em US$ 770 milhões, sendo US$ 456 milhões em D+2.

A mínima do dólar comercial, de R$ 2,346 (queda de 1,01%), foi atingida ainda pela manhã, quando operou em baixa, alinhada ao comportamento da moeda americana em relação ao euro e ao iene. Mas a moeda inverteu o sinal no final do período e passou a tarde em alta. Nem mesmo o leilão de venda realizado à tarde pelo Banco Central aliviou a pressão. A autoridade monetária vendeu moeda americana à taxa de corte de R$ 2,389, com volume estimado por fontes em cerca de US$ 410 milhões.

No mercado internacional de moedas, o euro abandonava a alta vista ao longo do dia e caía 0,09%, a US$ 1,409, às 17h03 (de Brasília), ante US$ 1,406 na sexta-feira, enquanto o dólar era cotado a 90,16 ienes, de 90,70 ienes na sessão anterior. O foco do noticiário no exterior são os ataques que Israel promove desde sábado na faixa de Gaza. O acirramento do conflito no Oriente Médio ajuda a pressionar os preços do petróleo, que era cotado em US$ 38,58 por barril, em alta de 2,31%, no sistema eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York por volta do horário citado.

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