SÃO PAULO - Em meio a um clima mais ameno, os preços internacionais do petróleo fecharam em alta a sessão desta terça-feira. Além das influências da desvalorização do dólar, as negociações também foram pautadas pela valorização dos mercados acionários. Em Wall Street há pouco os principais índices operavam em alta, com os investidores atentos aos resultados corporativos. O ânimo veio logo pela manhã, com o balanço do Goldman Sachs, que marcou lucro de mais de US$ 3 bilhões, superando expectativas de alguns analistas. O banco foi recentemente acusado de fraude pela Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA).

SÃO PAULO - Em meio a um clima mais ameno, os preços internacionais do petróleo fecharam em alta a sessão desta terça-feira. Além das influências da desvalorização do dólar, as negociações também foram pautadas pela valorização dos mercados acionários. Em Wall Street há pouco os principais índices operavam em alta, com os investidores atentos aos resultados corporativos. O ânimo veio logo pela manhã, com o balanço do Goldman Sachs, que marcou lucro de mais de US$ 3 bilhões, superando expectativas de alguns analistas. O banco foi recentemente acusado de fraude pela Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA). Para o pós market, estão programados ainda os balanços do Yahoo e da Apple. As dificuldades do setor aéreo, grande consumidor de combustíveis, também diminuíram hoje, com a liberação de alguns voos na Europa. Mesmo assim, grande parte dos aeroportos do continente ainda estão fechados. Em Nova York, o WTI para maio ganhou US$ 2,00, para US$ 83,45, enquanto o vencimento de junho subiu US$ 0,72, para US$ 83,85. Em Londres, o contrato de Brent para maio apresentou valorização de US$ 0,57, para US$ 84,80, enquanto o de junho subiu US$ 0,52, para US$ 85,50. (Vanessa Dezem | Valor com agências internacionais)
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