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Dólar é cotado a R$ 2,385, em alta pelo 4º dia seguido

O dólar comercial abriu hoje as negociações no mercado interbancário de câmbio em alta de 1,71%, cotado a R$ 2,385. A moeda americana registra valorização hoje em relação ao real pelo quarto dia seguido.

Agência Estado |

Ontem o dólar fechou com elevação de 0,73%, a R$ 2,345. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em contratos de liquidação à vista (em dois dias úteis), o dólar começou o pregão desta quinta-feira em alta de 1,45% a R$ 2,38.

A volta do setor financeiro ao foco das atenções deve manter o mercado global de moedas pressionado, e as operações domésticas não devem passar imunes. O aprofundamento dos sinais de esfriamento econômico, em dados macroeconômicos, balanços, anúncios de demissões, entre outros, mantém a aversão ao risco nos negócios, o que pode amparar nova alta do dólar ante o real. Os investidores seguem na expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) reduzirá a taxa de juro na zona do euro hoje, dos atuais 2,5% para 2% ao ano.

Além da reunião do BCE, a pauta de hoje ainda traz outros eventos que podem justificar uma atuação mais defensiva dos investidores. Nos EUA, às 11h30, serão divulgados o resultado de dezembro do índice de preços ao produtor (PPI), que mede a inflação no atacado, os dados semanais sobre os pedidos de seguro-desemprego e o índice Empire State sobre o desempenho da atividade industrial na região de Nova York. Às 13horas, o Fed da Filadélfia traz o resultado do setor manufatureiro.

Relatório de um banco estrangeiro a clientes nesta manhã destacou que o fluxo de repatriação e ajustes nos balanços ao redor do mundo devem continuar a pesar sobre os ativos mais arriscados, categoria em que o real é incluído. Ainda, cita o texto, a deterioração na perspectiva econômica do Brasil contribui para "arruinar" ofertas para o real. Vale citar ainda que o Banco Central brasileiro voltou a vender dólares no mercado à vista ontem, com taxa de R$ 2,354, em que pode ter colocado US$ 230 milhões, além de realizar dois leilões da moeda norte-americana para o financiamento do comércio exterior com garantia em contratos de ACC e ACE, em que vendeu US$ 1,27 bilhão. Mesmo assim, não impediu a terceira alta seguida nas cotações da moeda norte-americana.

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