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Dólar comercial sobe hoje, mas cai 0,86% em janeiro

O dólar comercial oscilou em terreno positivo o dia todo e fechou cotado a R$ 2,315, em alta de 0,87%. Em janeiro, no entanto, a moeda americana apurou baixa de 0,86% ante o real.

Agência Estado |

Na BM&F, o dólar negociado à vista subiu hoje 0,96%, para R$ 2,317.

A valorização da divisa americana hoje refletiu a disputa de investidores posicionados no mercado futuro em torno da formação da ptax (taxa média) de fim de mês. (Até as 17h16 o Banco Central não havia definido o valor da ptax desta sexta-feira.) Além disso, o quadro externo com queda das bolsas e valorização do dólar ante o euro e o iene, em reação aos dados econômicos ruins nos EUA, ajudaram ainda a amparar a correção da moeda em relação ao real.

A ptax de hoje servirá na segunda-feira para a liquidação do contrato de dólar para fevereiro na BM&F e também para os ajustes do vencimento de US$ 10,2 bilhões em contratos de swap cambial, que vencem naquele dia. Deste total, o BC renovou cerca de US$ 9,552 bilhões em swap cambial por meio de cinco leilões de rolagem realizados desde a semana passada.

A briga em torno da formação da ptax assegurou ainda um aumento dos volumes de negócios. O giro financeiro total à vista cresceu 62%, para cerca de US$ 3,950 bilhões.

Durante a sessão, o Banco Central cancelou dois leilões de venda de dólares, um pela manhã e o segundo à tarde, por causa de problemas técnicos no Sisbacen, sistema de informações do BC. Por isso, a autoridade realizou das 15h25 às 15h36 uma operação de venda de moeda pelo telefone. Nesse leilão, o volume vendido de moeda somou cerca de US$ 44 milhões, estimou um operador de uma corretora em São Paulo. A taxa de corte foi de R$ 2,315."Essa atuação do BC teve pouco efeito sobre as cotações à vista", avaliou a fonte.

Nos EUA, o Produto Interno Bruto caiu 3,8% no quarto trimestre do ano passado, um certo alívio para quem esperava contração de 5,5%. Porém, quando se exclui o aumento indesejado dos estoques, a queda do PIB seria de 5,1%, mais perto da previsão dos economistas. Além disso, é a maior contração desde o primeiro trimestre de 1982. Também foi registrada queda no índice de atividade industrial dos gerentes de compra de Chicago (PMI) para 33,3 em janeiro, o menor nível desde março de 1982. E o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan subiu para 61,2 em janeiro, de 60,1 em dezembro.

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