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Dólar comercial fecha em queda de 0,55%, a R$ 1,622

O dólar à vista reforçou à tarde a queda exibida desde a abertura em meio à arrancada dos preços do petróleo, que motivou uma redução dos ganhos da moeda norte-americana em relação ao euro. O fluxo cambial aparentemente positivo e as rolagens de contratos de dólar no mercado futuro, em que as apostas na queda das cotações prevaleceram hoje, também favoreceram o declínio da moeda no mercado à vista.

Agência Estado |

O dólar comercial testou a mínima de R$ 1,619 (-0,74%), antes de fechar cotado a R$ 1,622, em queda de 0,55%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista encerrou a R$ 1,6205, em baixa de 0,67%, após ceder até R$ 1,618 (-0,83%). O giro financeiro total à vista cresceu 57%, para cerca de US$ 3,382 bilhões.

"O mercado definiu a direção de queda após a confirmação de um cenário externo benigno, com sustentação das bolsas em Nova York em alta", disse um operador. O avanço do petróleo também ajudou a impulsionar os ganhos na Bovespa, além do aumento dos preços de outras commodities (matérias-primas), como os metais. Às 16h38 (de Brasília), o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York subia 0,56%. Nesse horário, a Bovespa ganhava 1,83%.

As mínimas registradas pelo dólar à vista coincidiram com o movimento externo de redução das perdas do euro em relação à moeda norte-americana, enquanto o petróleo ampliava sua valorização. No encerramento dos negócios em Nova York, o petróleo subiu 1,62%, a US$ 118,15 por barril. Às 16h42 (de Brasília), o euro caía apenas 0,05%, a US$ 1,4725, sendo que a mínima mais cedo foi de R$ 1,4666 (-0,45%).

Os preços do petróleo foram pressionados pela informação do Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC) de que a tempestade tropical Gustav está se afastando do Haiti e deverá passar entre Cuba e a Jamaica nesta madrugada. Segundo a RBC Capital Markets, Gustav poderá dirigir-se diretamente para a plataforma de produção de gás natural Independence, no Golfo do México, que responde por 12% do gás produzido pelos EUA na região do golfo. Além disso, os dados de estoques de petróleo abaixo do esperado nos Estados Unidos na semana passada também influenciaram a ampliação dos ganhos do petróleo.

Mais cedo, o dólar ganhou força ante o euro e o iene, amparado pelo dado de encomendas de bens duráveis nos EUA melhor que o previsto. As encomendas de bens duráveis nos EUA inesperadamente subiram 1,3% em julho, para US$ 219,26 bilhões, sazonalmente ajustados, informou o Departamento de Comércio. Economistas esperavam queda de 0,4%.

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