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Dólar comercial fecha em baixa de 0,12% a R$ 1,717

Após passar a maior parte do dia em alta, o dólar comercial fechou em baixa de 0,12% a R$ 1,717, na taxa mínima desta sexta-feira, nas negociações no mercado interbancário de câmbio. Na máxima, a moeda americana chegou a subir 1,51%, a R$ 1,745.

Agência Estado |

Ajustes a alguns exageros da véspera e da primeira etapa dos negócios hoje e a melhora nos mercados acionários nova-iorquino e brasileiro permitiram o alívio nas cotações, interrompendo uma seqüência de sete dias de alta. Operadores ainda citaram rumores de uma entrada de US$ 400 milhões no final da sessão. De acordo com informações do mercado, às 16h40, volume financeiro somava US$ 3,875 bilhões. Na semana, o dólar comercial acumulou alta de 5,14% (na última sexta-feira, a moeda fechou a R$ 1,633).

Na maior parte das negociações hoje no mercado de câmbio, o cenário foi diferente do fechamento do dia. A queda de preço das matérias-primas (commodities) e o fortalecimento do dólar ante outras moedas no exterior mantiveram as operações domésticas pressionadas, alinhadas à oscilação de outras moedas de economias emergentes. A volta da aversão ao risco, desencadeada pelas renovadas preocupações com o setor financeiro e a estagnação da economia da zona do euro, manteve os mercados emergentes de câmbio sob pressão nesta sexta-feira. O euro conseguiu mostrar alguma recuperação, após a divulgação de dados de emprego nos EUA, mas foi pontual e a moeda cedia a US$ 1,424 por volta das 16h30. O iene (moeda do Japão) também se desvalorizava, com o dólar subindo a 107,15 ienes.

O Departamento do Trabalho dos EUA informou hoje o corte de 84 mil nas vagas de emprego em agosto - acima da previsão de queda de 75 mil dos economistas. Desde o início do ano, o mercado de trabalho americano já eliminou 605 mil postos, o que representa um corte mensal médio de 76 mil. A taxa de desemprego nos EUA saltou em agosto para 6,1%, o maior nível desde setembro de 2003. Tais informações, apesar de propiciarem uma melhora momentânea ao dólar, elevaram ainda mais as preocupações sobre o rumo da economia mundial, afetando as principais bolsas internacionais.

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