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Dólar comercial fecha em alta marginal, a R$ 1,58

A cotação do dólar teve uma correção técnica da alta do dia, que não se sustentou, por causa do fluxo financeiro positivo no fim da sessão e da melhora das bolsas norte-americanas. Segundo um operador de câmbio de um banco estrangeiro, houve entrada financeira de investidores que estariam montando posição no mercado à vista, estimulados pela possibilidade de que o Comitê de Política Monetária opte por elevar a Selic em 0,75 ponto porcentual em sua reunião amanhã.

Agência Estado |

Essa possibilidade, combinada com a queda externa das matérias-primas (commodities) - petróleo e metais - também teriam estimulado à tarde uma redução de posições em ações e vendas generalizadas de papéis, que enfraqueceram a Bovespa e deram algum fôlego ao dólar, disse o operador José Carlos Amado, da Renascença Corretora. "Um aumento mais forte dos juros reduziria a capacidade de investimentos das empresas ao mesmo tempo em que elevaria alguns custos, com impacto na desaceleração da economia. De outro lado, poderia atrair mais fluxo estrangeiro para o País com reflexo de queda no dólar", explicou. No encerramento da sessão, os ingressos de recursos e a recuperação dos índices acionários em Wall Street neutralizaram os ganhos do dólar à vista.

O dólar comercial terminou o dia com leve alta, de 0,06%, cotado a R$ 1,58, após oscilar entre a máxima de R$ 1,588 (+0,56%) e a mínima de R$ 1,578 (-0,06%). Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista encerrou em baixa de 0,11%, a R$ 1,579. Sem os fluxos positivos recentes relacionados à subscrição de ações da Vale, cuja oferta foi liquidada hoje, o giro financeiro total à vista diminuiu cerca de 33%, para de US$ 2,335 bilhões.

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