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Dólar comercial fecha a R$ 2,39, em alta de 1,06%

Fluxo cambial negativo combinado com reduzido volume de negócios e um cenário externo ruim pressionaram o dólar no mercado à vista à tarde. Depois de atingir a máxima do dia de R$ 2,413 (2,03%), a despeito da realização de dois leilões do BC no início da tarde, o dólar no balcão desacelerou os ganhos e fechou cotado a R$ 2,390 (+1,06%).

Agência Estado |

Na BM&F, onde foram realizados negócios apenas em D+1, uma vez que a Clearing de Câmbio não vai operar nesta quarta-feira, dia 24, o dólar à vista nas negociações em D+1 terminou cotado a R$ 2,3985, em baixa de 1,49%. Por causa dessa restrição operacional, o giro total à vista diminuiu 88%, para cerca de US$ 380 milhões (US$ 201 milhões em D+1 e US$ 170 milhões em D+2 sem registro na Clearing da BM&F).

A pressão no câmbio à tarde derivou em parte de remessas de dividendos ao exterior em meio a uma liquidez reduzida, que facilitou oscilações mais fortes das cotações. "Empresas e bancos estão limpando as gavetas", disse uma fonte de uma instituição estrangeira, referindo-se ao envio de recursos ao exterior por causa da proximidade do fim de ano.

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