O dólar comercial abriu em queda de 0,12%, a R$ 1,62, no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda americana fechou em baixa de 0,55%, cotado a R$ 1,622.

Às 10h02, o dólar à vista era cotado a R$ 1,62 (-0,12%), na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), na mesma cotação da abertura.

Nas telas das mesas de operações hoje, as informações habituais sobre os acontecimentos mundiais e cotações de ativos dividem espaço com os sites de previsão de tempo. Isso porque a grande apreensão dos investidores nesta quinta-feira é a trajetória e a intensidade da tempestade tropical Gustav, que já esteve na condição de furacão e pode voltar a ela, enquanto ameaça atingir a região do Golfo do México. Há vários dias esse é o fato que mais mexe com as cotações do petróleo, respingando nas demais matérias-primas (commodities), bolsas e moedas.

Por aqui, o ritmo mais lento dos ativos internacionais deve contagiar as negociações do câmbio. Afinal, esse mercado teve forte influência do ambiente internacional durante todo este mês de agosto. Na primeira quinzena, os investidores acompanharam a valorização do dólar ante as demais moedas fortes, com estrangeiros montando posições compradas nos mercados futuros. Na segunda metade do mês, desmontaram parte dessa estratégia, mas sustentaram o ajuste de alta das cotações do dólar em meio a volatilidade.

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