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Dólar comercial abre em baixa de 3,38% a R$ 2,203

O dólar comercial abriu em baixa hoje, de 3,38%, cotado a R$ 2,203 no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda americana fechou em queda pela primeira vez no mês, a R$ 2,28 (-1,38%).

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era negociado em baixa de 3,95%, a R$ 2,19, após abertura a R$ 2,1888 (-4%).

O mercado doméstico de câmbio amanhece mais calmo na manhã de hoje, aproveitando a trégua internacional e os efeitos das diversas medidas de alívio aos mercados tomadas ontem no Brasil. O nervosismo foi levado a extremos no câmbio na manhã de ontem e o BC retomou, depois de cinco anos ausente, os leilões de venda direta de dólares no mercado à vista. O mercado estima que foi vendido cerca de US$ 1,5 bilhão. Perante isso, a cotação da moeda americana fechou o dia em queda superior a 1%, depois de ter chegado a uma elevação de aproximadamente 9,5% no período da manhã, antes da intervenção do BC.

Além dos leilões, o BC liberou mais compulsórios, ontem à noite. Isso deve promover uma injeção de liquidez total de R$ 23,2 bilhões. Também ontem foram divulgados dados tranqüilizadores do fluxo cambial da semana passada, mostrando resultado positivo, em plena crise. Houve exportações contratadas de quase US$ 4 bilhões em momento de liquidez estreita e as saídas financeiras não chegaram a chamar a atenção considerando as condições do mercado global.

A isso, soma-se ainda um novo leilão de swap cambial tradicional, previsto para hoje, no qual o BC oferta até 34,7 mil contratos. Segundo o comunicado divulgado ontem à noite, serão ofertados dois vencimentos. O primeiro terá até 7.150 contratos para 1º de dezembro de 2008 e o segundo conta com até 27.550 contratos com vencimento em 2 de janeiro de 2009. A operação ocorrerá entre as 12h45 e as 13 horas e o resultado será divulgado a partir das 13h15. Todos os horários são de Brasília.

No exterior, parte do alívio de hoje deve-se à informação de que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos pode assumir participações em vários bancos do país para restaurar a confiança do sistema financeiro, segundo edição de hoje do jornal americano The New York Times (NYT).

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