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Dólar comercial abre em baixa de 1,37 a R$ 2,155

O dólar começou o pregão na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) em baixa de 1,6%, negociado a R$ 2,15 no contrato de liquidação à vista. No mercado interbancário de câmbio, o primeiro negócio com dólar comercial foi fechado nesta manhã a R$ 2,155, em baixa de 1,37% em relação ao final do dia ontem.

Agência Estado |

No dia em que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) e vários outros bancos centrais, inclusive o brasileiro, vão definir as taxas básicas de juros para as próximas semanas, o mercado financeiro europeu segue exibindo euforia. A exceção é a bolsa alemã, onde notícias negativas sobre a Volkswagen levam o índice Dax ao terreno negativo. O euro ganha força e o petróleo também sobe. Já nos EUA, depois da empolgação de ontem, os índices futuros de ações mostram que os investidores preferem a cautela enquanto esperam a decisão do Fed.

O mercado doméstico de câmbio deve continuar usufruindo da injeção de liquidez do Banco Central. Hoje será realizado leilão de até 30 mil contratos de swap cambial tradicional com três vencimentos. Segundo o BC, a oferta soma cerca de US$ 1,5 bilhão. Serão três lotes: até 24 mil contratos para 2 de janeiro de 2009, até 3 mil swaps para 1º de abril de 2009 e até 3 mil contratos para 1º de junho de 2009. As propostas poderão ser encaminhadas à autoridade monetária das 12h45 às 13 horas e o resultado será divulgado a partir das 13h15.

Para completar, surgem notícias de que, aos poucos, esses recursos estão servindo para aliviar as fortes exposições cambiais que vinham mantendo as empresas brasileiras durante a época em que a tendência do dólar era de queda. Essas companhias foram pegas de surpresa pela inversão da tendência da taxa de câmbio e essa exposição foi o estopim do nervosismo do mercado nacional e da crise doméstica de crédito.

Ontem o dólar fechou em baixa pelo segundo dia seguido, a R$ 2,185 na BM&F. O dólar comercial também cedeu 2,63% ontem e fechou a R$ 2,185.

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