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Dólar comercial abre em baixa de 0,13% a R$ 1,573

O dólar comercial abriu em baixa de 0,13%, com o primeiro negócio no mercado interbancário de câmbio fechado por volta das 9h55 a R$ 1,573. Às 10h04, o dólar ampliava o recuo a R$ 1,571.

Agência Estado |

É mais um dia de cautela nos mercados internacionais hoje, com foco das atenções no setor financeiro. A razão é o anúncio do banco americano Merrill Lynch, que deve vender mais US$ 8,5 bilhões em ações, numa tentativa de reduzir o risco e reforçar suas reservas de capital. Ao mesmo tempo, o banco espanhol Santander anunciou queda de 5% no lucro do segundo trimestre deste ano.

Há ainda dados ruins sobre inflação e atividade na Europa e no Japão. Nos 30 países que compõem a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo, a variação do custo de vida em junho foi de 4,4%, a maior taxa desde março de 2000. A única notícia boa é a queda do preço do petróleo, embora suave, na manhã desta terça-feira. Vale apontar também que, apesar do noticiário desfavorável, os índices futuros das Bolsas de Nova York contrariam a trajetória vista na Ásia e nas bolsas européias e registram alta.

No mercado doméstico, para o câmbio a principal variável é o fluxo de recursos. Mas com a proximidade do final do mês, há também o vencimento dos contratos futuros de câmbio de agosto na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), que tende a influenciar as cotações no mercado à vista. No que se refere ao movimento de dólares nas mesas, a perspectiva é de saldo positivo no curto prazo. Os motivos para essa aposta são a confirmação da operação entre o grupo de mineração MMX e a Anglo American - superior a US$ 3 bilhões - e a elevação da taxa Selic na semana passada, que tende a acentuar operações de arbitragem (ganho com a diferença de juros internos e no exterior).

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