O dólar comercial abriu em baixa de 0,13% hoje, cotado a R$ 1,567, no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda americana encerrou o dia valendo R$ 1,569 (-0,38%), no menor valor desde 19 de janeiro de 1999, quando o dólar valia R$ 1,558. http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/07/30/ibovespa_abre_em_alta_e_ja_sobe_mais_de_1_1481262.html target=_topIbovespa abre em alta e já sobe mais de 1% http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/painel/painel_newuseg.html target=_topAcompanhe os mercados em tempo real http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/07/30/bolsas_de_ny_abrem_em_alta_com_pesquisa_da_adp_1481333.htmlBolsas de NY abrem em alta, com pesquisa da ADP

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era negociado a R$ 1,564 (-0,3%), às 10 horas (de Brasília).

O mercado doméstico de câmbio continua envolvido com a perspectiva de entrada de recursos decorrentes da negociação entre as mineradoras MMX e Anglo American e do diferencial de juros domésticos e internacionais (operação de arbitragem).

Hoje, o cenário externo favorece a manutenção da trajetória de queda do dólar ante o real, com os preços do petróleo em baixa e os mercados acionários em alta. Porém, vale ressaltar que o vencimento dos contratos de dólar futuro de agosto está próximo, assim como a formação da taxa Ptax (taxa de câmbio de referência do Banco Central), que tendem a afastar o comportamento dos preços do dólar dos fundamentos.

Agenda

Na agenda de indicadores programados para hoje, os destaques internos são o saldo das contas do setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais federais) em junho, que o Banco Central divulga às 10h30 (de Brasília). Às 11 horas, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulga o Indicador do Nível de Atividade (INA) de junho.

Nos EUA, os dados mais importantes são os de estoques de petróleo, que saem às 11h35 (de Brasília). A depender desses números, o mercado pode acentuar o ajuste de baixa que o preço da matéria-prima (commodity) registra há dias, aliviando as perspectivas para a inflação global. Se ocorrer o contrário, no entanto, as tensões internacionais podem ser realimentadas.

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