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Dólar comercial abre em baixa de 0,12% a R$ 1,608

O dólar comercial abriu em baixa de 0,12% hoje, cotado a R$ 1,608. Instantes após a abertura, às 10h21 (de Brasília), a moeda norte-americana ampliava a baixa e era negociada a R$ 1,6045, queda de 0,34%, na taxa mínima do dia até o momento.

Agência Estado |

Ontem, o dólar comercial fechou em alta de 0,12%, a R$ 1,61.

Hoje, o Brasil está no olho do furacão. A ameaça de grave dos petroleiros na Bacia de Campos, no Norte fluminense, é apontada como um fator que, juntamente com a suspensão do cessar-fogo de um grupo rebelde na Nigéria e por rumores de um treino de aviões israelenses para um possível ataque ao Irã, leva o petróleo a mais um recorde de alta, ultrapassando o nível de US$ 146,00 o barril. A nova escalada da matéria-prima (commodity), que havia caído a US$ 136,00 o barril na última terça-feira (dia 8), espalha pessimismo pelas bolsas internacionais, que também revivem os momentos de maior preocupação com a saúde do sistema financeiro.

Por aqui, esse ambiente serve de sustentação à cotação do dólar. O contraponto doméstico ao cenário internacional negativo tende a ser o fluxo de recursos. Desde ontem, comenta-se nas mesas de operações a possibilidade de entradas relacionadas a investimentos diretos no setor de energia. Também há rumores de que estariam chegando recursos destinados à oferta pública de ações da Vale. E ainda há os exportadores, aproveitando a alta do dólar nos últimos dias.

Além disso, após meses de ação discreta, o Banco Central voltou a operar com mais força no mercado cambial. A mudança pode ser vista na evolução das reservas, que subiram US$ 3,7 bilhões em duas semanas. As compras diárias, que estavam na casa das poucas dezenas de milhões, voltaram a somar centenas de milhões e a expectativa é que continuem expressivas enquanto houver entrada de dólares no País. As condições para essa atuação mais forte foram criadas pela nova regra que amplia o volume de títulos do Tesouro Nacional na carteira do BC.

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