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Dólar comercial abre em baixa de 0,06%, a R$ 1,77

O dólar comercial abriu o dia em baixa de 0,06%, negociado a R$ 1,77 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,51%, cotada a R$ 1,771.

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações estável, a R$ 1,77.

Os analistas não têm mais dúvidas: o aperto monetário na China é uma questão de tempo. Os números divulgados hoje no país confirmam que o ritmo de atividade é forte e a inflação está alta. A reação nos mercados só não é drástica porque o cenário estava previsto e o governo antecipou medidas para conter a liquidez e o crédito.

As atenções com a China se dividem com o Brasil não só por aqui, mas também no exterior. Notícias corporativas positivas referentes a empresas nacionais alavancam as Bolsas internacionais e devem aumentar o já grande interesse dos estrangeiros pelo mercado acionário doméstico.

No mercado de juros, a perspectiva de alta imediata da Selic (a taxa básica de juros) também tende a crescer, com os dados macroeconômicos brasileiros que, se não têm a magnitude chinesa, também não fazem feio. O PIB ficou dentro das expectativas e exatamente na mediana, com retração de 0,2%. Mas as vendas do varejo, tanto em dezembro quanto em janeiro, surpreenderam positivamente. Isso coloca os operadores do mercado de câmbio de olho no fluxo de recursos.

Vale ainda registrar que Portugal divulgou seu Produto Interno Bruto (PIB) hoje e os investidores continuam de olho no Velho Continente. A Grécia também não foi esquecida. Alguns analistas comentam que a emissão soberana do país, prevista para este mês, de 10 bilhões de euros, pode começar a retrair os fluxos para os países emergentes, com investidores fazendo caixa para participar da operação.

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