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Dólar comercial abre em alta de 1,87% a R$ 1,855

O dólar comercial abriu em alta hoje, de 1,87%, cotado a R$ 1,855 no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda americana fechou em queda de 1,57% a R$ 1,821.

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era cotado a R$ 1,85 (+1,7%), após abertura em alta de 1,92% a R$ 1,855.

O ambiente de negócios volta a piorar hoje, renovando a apreensão dos mercados. A aprovação do pacote de auxílio do governo dos Estados Unidos ao sistema financeiro americano, que foi dada como certa ontem, está novamente sob risco. Além disso, os EUA registraram hoje mais uma falência histórica: o Washington Mutual, maior instituição de poupança, sucumbiu ontem. Na Europa, rumores sobre as condições de liquidez levam o grupo de serviços financeiros belgo-holandês Fortis a realizar duas conferências para investidores e para a imprensa.

Por aqui, empresas de grande porte, como Sadia e Aracruz, vêm a púbico admitir perdas substanciais com operações de derivativos de câmbio em decorrência da crise. Porém um profissional de mercado ponderou que, embora as perdas possam ser importantes, vale considerar que são decorrentes de operações financeiras equivocadas e não de problemas operacionais ou macroeconômicas. Então, em sua avaliação, elas não devem contaminar as perspectivas da economia do País.

Perante o cenário acima descrito, a perspectiva é que o dólar retome trajetória de alta ante o real hoje, depois de um pregão de alívio ontem. E a pressão deve ser significativa, pelo menos enquanto não houver novidades positivas no exterior. "O mercado está vivendo entre o céu e o inferno", diz um operador. Ele acredita, no entanto, que no decorrer do dia o ambiente possa melhorar.

Porém isso depende de novidades positivas a respeito do pacote dos EUA, que continua sendo o foco das atenções dos investidores. A avaliação, por aqui, é de que as dificuldades na aprovação são parte do jogo político que antecede as eleições presidenciais. "Mas isso terá de ser superado entre hoje e segunda-feira (dia 29). Senão, é melhor nem vir trabalhar na semana que vem, porque será um caos", afirma.

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