Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Dólar comercial abre em alta de 1,19% a R$ 2,045

O dólar comercial abriu em alta hoje, de 1,19%, cotado a R$ 2,045 no mercado interbancário de câmbio e, instantes após a abertura, reduziu parte da alta e subia 0,40%, a R$ 2,029, na taxa mínima do dia até as 10h20 (de Brasília). Ontem, a moeda americana disparou 5,37% e fechou acima do nível de R$ 2,00, a R$ 2,021, na maior cotação desde agosto do ano passado.

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era negociado a R$ 2,02, em baixa de 0,49%, também na mínima, após abertura em alta de 0,74%, a R$ 2,045.

Toda a cautela é pouca hoje, dia em que será votado o pacote reformulado de auxílio aos bancos na Câmara dos Estados Unidos. Como se não bastasse, antes disso há a divulgação dos dados do mercado de trabalho americano, o que só endossa o clima de cautela. Como têm dito insistentemente os analistas, a aprovação do pacote nos EUA vai evitar o pior cenário, mas não conseguirá impedir momentos ruins.

Enquanto esperam os resultados, os investidores mantêm os índices futuros do mercado acionário americano em pequena alta. Já o mercado de moedas computa também as medidas pontuais que vão sendo adotadas na Europa para destravar a liquidez e dar fôlego aos bancos. E, depois de mostrar fortes quedas ontem, com a sinalização do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, de que o juro da zona do euro (15 países europeus que compartilham a moeda) poderá ser cortado, a moeda européia é negociado ao redor da estabilidade, abaixo de US$ 1,40.

Por aqui, o Banco Central tomou na noite de ontem mais uma medida para tentar aliviar a falta de dinheiro disponível no sistema financeiro. Novamente, a medida deve beneficiar principalmente pequenos e médios bancos, que têm enfrentado graves problemas para captar recursos no mercado. A autoridade monetária anunciou que bancos que adquirirem carteiras de crédito de outras instituições terão redução do depósito compulsório dos depósitos a prazo. A medida libera até R$ 23,5 bilhões para o sistema de crédito. Não foram alteradas as alíquotas do compulsório.

Essa foi a segunda decisão para tentar dar mais liquidez ao mercado financeiro em menos de 10 dias. Na quarta-feira da semana passada (dia 24), o BC mudou regras do mesmo depósito compulsório e liberou R$ 13,2 bilhões aos bancos. Naquela ocasião, a medida também favorecia as instituições de menor porte, principalmente.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG