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Dólar comercial abre em alta de 0,06% a R$ 1,617

O dólar comercial abriu em alta de 0,06%, a R$ 1,617, no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda americana fechou em alta pela sexta vez seguida a R$ 1,616 (+0,5%).

Agência Estado |

Às 10h06, o dólar à vista era cotado a R$ 1,6135 (-0,03%), na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), após abertura em alta de 0,12%, a R$ 1,616.

O movimento de enfraquecimento das matérias-primas (commodities) e valorização do dólar continua no mercado internacional, apesar do euro amanhecer mais firme hoje. Os especialistas nacionais continuam reticentes em falar de inversão de trajetória de queda que dura anos.

No entanto, os motivos para se apostar numa maior estabilidade do dólar, ou pequena valorização, ante o real vão se somando. O principal deles é a mudança do mercado internacional de moedas. Vislumbrando enfraquecimento generalizados das economias desenvolvidas, os investidores estão, desde a semana passada, redefinindo sua cesta de moedas privilegiando o dólar em detrimento das demais divisas. O maior impacto tem sido sentido sobre o euro, mas a influência que isso está provocando também no mercado de commodities, afeta outras moedas, entre elas, o real.

No caso do Brasil, no entanto, o mercado ainda considera que valem ponderações que favorecem o real. Muitos avaliam que o impacto na moeda nacional seria menor. Entre outras coisas porque o País continua com taxa de crescimento forte, mostrando resistência à crise internacional. Outro ponto é a política monetária brasileira que, ao contrário do que acontece em outros países, vem efetuando altas na taxa básica de juros. E as taxas de juros altas tendem a segurar operações de arbitragem (que buscam ganhar com a diferença entre os juros interno e externo) que garantam fluxos positivos.

Ainda assim, desde junho, o mercado nacional se debate com fuga de capital estrangeiros da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Outro fator é o maior volume de remessas de lucros e dividendos de empresas estrangeiras que querem minimizar as perdas registradas no exterior.

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