O dólar começou os negócios desta quinta-feira em queda de 0,32%, cotado a R4 1,580. Ontem, a moeda fechou a R$ 1,585.

A quinta-feira concentra dois importantes indicadores econômicos internos e a reação dos agentes à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que na noite de ontem anunciou uma alta de 0,75 ponto percentual na Selic, fixando a taxa básica em 13% ao ano.

A iniciativa não era completamente descartada, mas as apostas se concentravam em torno da continuidade do ajuste em 0,5 ponto. A decisão foi unânime e a convergência da inflação para dentro da meta foi a justificativa dada para o ajuste mais agressivo.

Avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13% ao ano, sem viés , afirmou o colegiado no breve comunicado divulgado junto com a decisão.

Pela manhã, os investidores recebem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) referente ao mês de julho. A previsão aponta para inflação em 0,67%, seguindo a leitura de 0,90% observada em junho.

Ainda pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresenta a taxa de desemprego em junho. A expectativa é de queda de 7,9% em maio para 7,7% no mês passado.

A agenda interna ainda reserva a nota de mercado aberto do Banco Central (BC).

Nos Estados Unidos, a Associação dos Corretores de Imóveis apresenta as vendas de imóveis usados durante o mês de junho. Espera-se queda de 1,1%, contra alta de 2% no mês anterior. Também será mostrada a evolução semanal nos pedidos de seguro-desemprego.

No âmbito corporativo, atenção para os resultados da 3M Company, Bristol-Myers Squibb, Chubb Corporation, Credit Suisse, Daimler, Eli Lilly, Ford, Janus Capital Group, Kimberly Clark, Renault, Stora Enso, Dow Chemical e Xerox.

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