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Dólar abre em baixa, mas inverte e sobe a R$ 2,318

O dólar comercial abriu hoje as negociações em baixa de 0,13% a R$ 2,307 no mercado interbancário de câmbio. Ontem a moeda havia fechado o dia a R$ 2,31, queda de 1,28%.

Agência Estado |

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em contratos de liquidação à vista (dois dias úteis), a moeda americana era negociada nesta manhã a R$ 2,318, em alta de 0,43%. No mercado interbancário, o dólar comercial também inverteu a direção logo após os primeiros negócios e era cotado a R$ 2,318, alta de 0,35%, às 10h30.

Boa parte do fôlego mostrado ontem pelo mercado esgotou-se e as principais bolsas europeias operam em queda na manhã desta terça-feira, apesar de haver boas notícias no Velho Continente - melhora da confiança no meio empresarial alemão e dos consumidores italianos. Por aqui, no entanto, a perspectiva é de que o mercado de câmbio concentre atenções na parte positiva do noticiário visto que, nos EUA, os índices futuros das Bolsas de Nova York tentam manter ganhos. Além disso, as demais moedas emergentes estão se fortalecendo ante o dólar e isso deve ajudar a sustentar também o real, já que sinaliza maior apetite por risco.

Alguns profissionais do mercado ressaltam que a proximidade do final do mês e o consequente movimento de rolagem de posições em contratos futuros pode começar a afetar a trajetória das cotações. Mas como ainda faltam dois pregões, além de hoje, para chegar o dia da formação da Ptax (sexta-feira, 30), taxa de referência que será usada na liquidação dos contratos de fevereiro na BM&F, na segunda-feira, o impacto tende a ser sutil.

Na agenda, há vários indicadores importantes da economia nacional, como arrecadação federal de dezembro e dados de crédito, mas os fatos internacionais devem mostrar mais força para mover os mercados. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama reúne-se com líderes do Partido Republicano no Congresso, para discutir o pacote de medidas de estímulo à economia defendido por seu partido, o Democrata. O horário da reunião não foi anunciado, mas os investidores ficarão de olho em qualquer informação sobre esse encontro.

A partir das 13 horas (de Brasília), o Comitê de Bancos do Senado dos EUA realiza audiência sobre fraudes financeiras, com foco na questão da regulamentação e da supervisão. O assunto também tem poder para interferir nos negócios. O Federal Reserve (Fed, banco central americano) inicia sua reunião sobre taxa de juros, mas o resultado só sai amanhã. Mais importante do que tudo isso deve ser a lista de balanços do dia, que traz, entre outros, Yahoo!, Verizon Communication, DuPont, Sun Microsystems, Bristol-Myers Squibb, AK Steel, Delta Air Lines e JetBlue Airways.

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