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Dólar abre em baixa de 1,90% a R$ 2,325 na BM F

Se estiverem corretas as avaliações anteriores e a primeira reação do mercado internacional de moedas à decisão do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de promover um corte drástico da taxa de juros e sinalizar com outras medidas, como a emissão de moeda, para combater a crise econômica dos EUA, o dólar deveria sustentar uma onda de desvalorização ante as demais moedas. No mercado internacional, no entanto, a moeda norte-americana hesitava nesta manhã em relação a que rumo tomar nesta quarta-feira, oscilando entre pequenas valorizações e limitadas perdas.

Agência Estado |

Há duas possibilidades para a reação do dólar nesta manhã. Uma é a antecipação que foi feita pelos mercados nos últimos dias. Diante da expectativa de que o corte de juro seria significativo e já desconfiados de que o Fed poderia apelar para a emissão de moeda, os investidores já vinham depreciando a moeda dos EUA.

A segunda possibilidade é o impacto de leituras mais detalhadas a respeito da mudança da política monetária norte-americana tomada ontem. Depois de comemorarem a determinação do Fed, os especialistas voltam a preocupar-se com o tamanho da crise, que parece não parar de crescer. E o presidente eleito Barack Obama não ajudou muito para amenizar esse sentimento. Ontem, declarou que as armas para combater a crise estão se esgotando.

Em meio a isso, um movimento importante no mercado internacional de moedas deve merecer a atenção dos analistas, embora não deva ter impacto direto internamente. A libra esterlina segue perdendo fôlego ante o euro e o dólar e, ontem, chegou a ser cotada abaixo de um euro, nas casas de câmbio do Reino Unido. A crise atual parece estar conseguindo um fato inédito: ameaçar a supremacia da libra.

No mercado doméstico de câmbio, nesta quarta-feira, a expectativa é de que a liquidez melhore. Sinal nesse sentido foi dado quando o primeiro negócio foi fechado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) antes das 9h30. Há dias isso não ocorria. Quanto às cotações, por enquanto, a sinalização é de baixa.

Vale lembrar que, para isso, o mercado doméstico conta com os leilões do Banco Central. No mercado à vista, a autoridade monetária está intervindo ininterruptamente, desde o dia 5, mesmo em momentos de cotação em baixa e liquidez fraca. Para hoje, tem também um leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial tradicional que vencem em 2 de janeiro de 2009 e uma oferta de venda de dólares com recompra em três datas preestabelecidas. Às 9h50, o dólar estava cotado a R$ 2,325 na BM&F no contrato de liquidação à vista, com queda de 1,90% em relação ao fechamento dos negócios ontem. Depois da primeira operação, feita um pouco mais cedo do que nos últimos dias, a liquidez voltou a ficar restrita.

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