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Dólar abre em baixa de 0,55% a R$ 2,46 na BM F

O primeiro negócio de câmbio à vista fechado nesta manhã na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) teve o dólar cotado a R$ 2,4605, o que significa um recuo de 0,55% em relação à taxa do final da sessão na quarta-feira, de R$ 2,474. Apesar da baixa, o dólar acumula forte alta na semana em que o Banco Central interrompeu os leilões de contratos de swap cambial.

Agência Estado |

Do fechamento de sexta-feira até ontem, a valorização era de 6,96%.

Vários analistas avaliam que a decisão da autoridade monetária está correta e argumentam que a necessidade dos leilões de contratos de swap cambial encolheu, pois os problemas das empresas com derivativos estão equacionados. Operadores acrescentam que o mercado estava se acostumando com as intervenções diárias do BC por meio de contratos de swap e que a interrupção desagradou. Esses estariam "chamando o BC ao mercado". Haveria, então, uma queda-de-braço entre mercado e BC por trás da pressão nas cotações do dólar.

Um dado concreto, porém, deu ao mercado munição nessa disputa. Ontem, o BC divulgou o fluxo cambial de novembro e os números mostraram saídas líquidas superiores a US$ 4,5 bilhões somente na última semana do mês. Em novembro, o fluxo ficou negativo em US$ 7,159 bilhões e foi o pior resultado desde janeiro de 1999. O mercado já esperava resultado negativo devido à crise, mas não entendeu direito de onde veio a magnitude da última semana. E a maioria das avaliações dão conta de que está em curso um forte movimento de remessas de lucros e dividendos, intensificado na semana passada e que estaria tendo prosseguimento neste início de dezembro. O que é comum todos os anos. A pressão das cotações viria daí.

Se isso for verdade, o Banco Central já está atuando. Ontem fez dois leilões de venda de dólares no mercado à vista, injetando liquidez para eventuais remessas para o exterior. Se a pressão for especulativa, de investidores interessados na volta dos leilões de contratos de swap cambial, o BC parece não estar disposto a sancionar a demanda.

Paralelamente, o dólar sofre a pressão do mercado internacional. Hoje, as bolsas internacionais mais importantes mostram desempenho positivo, o que tenderia a levar o dólar à queda ante o real. Porém, a moeda norte-americana ganha fôlego em relação ao euro, o que tem tido impacto por aqui.

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