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Dívidas rurais não terão reclassificação de risco, informa CNA

Brasília, 15 - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou hoje que as dívidas rurais renegociadas no âmbito da Lei nº 11.775, de 2008, não sofrerão reclassificação de riscos em razão das operações de crédito rural contratadas por produtores.

Agência Estado |

A decisão consta na Carta-Circular 3.345, do Banco Central. A carta também determina a classificação de risco seja analisada pelas instituições financeira caso a caso.

Na semana passada, a CNA protocolou nos ministérios da Fazenda e da Agricultura uma carta pedindo mudanças na tabela de classificação. Ao defender a medida, a entidade alegou que mais de 50% dos produtores rurais, ao aderirem ao processo de renegociação, tiveram seus riscos rebaixados pelas instituições financeiras, o que dificultou o acesso ao crédito para financiamento do plantio da safra 2008/09.

A reclassificação de riscos está prevista na Resolução 2682, do Banco Central, e prevê a capacidade dos mutuários pagarem os empréstimos feitos junto às instituições financeiras. O risco de inadimplência é medido por nove níveis. O nível AA é considerado de risco mínimo e o H o mais alto. Para que o produtor possa obter crédito, precisa estar enquadrado no nível C, o patamar mínimo para conseguir recursos sem maiores dificuldades.

A partir da divulgação da Carta Circular, os riscos destes produtores não serão alterados, podendo ser reclassificados para um patamar de menor risco, conforme prevê outra Resolução do Banco Central, a 3499. As informações são da assessoria de imprensa da CNA.

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