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Dívida pública em títulos fica estável em R$ 1,226 tri

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) ficou praticamente estável em outubro. Segundo dados divulgados hoje pelo Tesouro Nacional, o estoque da dívida apresentou um crescimento de 0,13%, passando para R$ 1,226 trilhão.

Agência Estado |

Em valores nominais, a dívida subiu R$ 1,537 bilhão. A apropriação de juros da dívida interna foi de R$ 14,502 bilhões, enquanto o resgate líquido somou R$ 12,965 bilhões.

A Dívida Pública Federal total (DPF), que inclui a dívida externa, subiu 0,77% outubro ante setembro, atingindo R$ 1,345 trilhão. Este crescimento mais forte está relacionado à alta de 7,90% no estoque da dívida externa em outubro, em função da desvalorização do real ante o dólar. A dívida externa em outubro ficou em R$ 119,08 bilhões ante R$ 110,36 bilhões em setembro.

Segundo o Tesouro, a dívida pública já sofreu o impacto em outubro da concessão de crédito de R$ 5 bilhões do Tesouro Nacional ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O crédito foi dado ao BNDES para o banco aumentar sua capacidade de realizar operações de crédito em 2008.

Posição devedora

Considerando as operações de swap cambial, realizadas pelo Banco Central, o governo passou de uma posição credora equivalente a 2,35% da dívida interna para uma posição devedora em câmbio correspondente a 1,32% da dívida, de setembro para outubro, o equivalente a R$ 16,15 bilhões.

Dívida externa

O Tesouro aproveitou a queda nos preços dos papéis brasileiros no exterior para ampliar o programa de recompra de dívida externa. No quinto bimestre deste ano, o órgão recomprou US$ 224,02 milhões (valor de face) em títulos externos, ante US$ 188,70 milhões nos dois meses anteriores. O montante também foi maior do que o verificado no segundo e terceiro bimestres de 2008.

"Mesmo com a crise internacional, o programa de recompra continua. Inclusive, os preços caíram bastante e o Tesouro aproveitou e comprou mais títulos", disse o coordenador-geral de operações da dívida pública, Guilherme Pedras, ressaltando que o órgão adquire volumes pequenos de dólares no mercado de câmbio para executar o programa e, portanto, não representa um fator de pressão adicional na cotação da moeda norte-americana em relação ao real.

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