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Dívida pública em títulos fica estável em R$ 1,22 trilhão

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna ficou praticamente estável em setembro. Segundo dados divulgados hoje pelo Tesouro Nacional, o estoque da dívida apresentou um crescimento de 0,13%, passando de R$ 1,223 trilhão em agosto para R$ 1,224 trilhão em setembro.

Agência Estado |

Com a redução dos lotes de oferta e a menor demanda dos investidores devido ao agravamento da crise internacional, o Tesouro Nacional fez um resgate líquido (resgate acima das emissões de novos títulos) de R$ 12,8 bilhões. A dívida só não caiu devido ao impacto dos juros no estoque da dívida, que foi de R$ 14,358 bilhões.

A parcela da dívida mobiliária com juros prefixados subiu de 31,45% para 32,42% em setembro. A parcela de títulos pós-fixados do Tesouro indexada à taxa Selic caiu de 36,89% em agosto para 35,74% em setembro. Considerando as operações de swap cambial, a parcela atrelada à Selic cai de 39,82% para 39%, respectivamente. A participação de títulos indexados a índices de preços subiu de 29,12% em agosto para 29,45% em setembro.

Dívida externa

O estoque da Dívida Pública Federal Externa registrou alta de 14,58%, em setembro, na comparação com o resultado de agosto, totalizando R$ 110,36 bilhões, informou a Secretaria do Tesouro. Em agosto, a dívida externa era de R$ 96,32 bilhões.

Segundo o Tesouro, esse acréscimo foi conseqüência da desvalorização do real frente às demais moedas que compõem a dívida externa. No total, somando-se dívidas interna e externa, o estoque da Dívida Pública Federal (DPF) aumentou 1,18%, passando de R$ 1,319 trilhão, registrado em agosto, para R$ 1,335 trilhão em setembro.

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