A dívida pública mobiliária federal interna subiu 1,56% em agosto, atingindo R$ 1,223 trilhão. Segundo o Tesouro Nacional, o aumento reflete a emissão líquida de R$ 6,1 bilhões e a apropriação de juros de R$ 12,647 bilhões.

Em julho, a dívida interna estava em R$ 1,204 trilhão.

A dívida pública federal total, que inclui a dívida externa, subiu 1,66%, alcançando R$ 1,319 trilhão em agosto ante R$ 1,298 trilhão em julho. A dívida externa, que somou em agosto R$ 96,32 bilhões, subiu 3% por conta sobretudo da desvalorização do real ante o dólar.

A participação de títulos prefixados na dívida pública interna subiu em agosto para 31,45%, de 30,88% em julho. A parcela de dívida pós-fixada, atrelada à taxa Selic, ficou praticamente estável, oscilando de 36,82% para 36,89% de julho para agosto. Os papéis vinculados a índices de preços perderam espaço, recuando de 29,47% para 29,12% na mesma comparação. A dívida vinculada ao câmbio ficou praticamente estável, ao passar de 0,77% para 0,79%. A dívida ligada à Taxa Referencial (TR) caiu de 2,05% em julho para 1,74% em agosto.

Se forem levadas em conta as operações de swap cambial, a posição credora do País em câmbio subiu de 2,07% no total da dívida em julho para 2,13% em agosto, o equivalente a R$ 26,04 bilhões. Já a parcela vinculada à Selic, após as operações de swap, aumentou de 39,66% em julho para 39,82% em agosto, o equivalente a R$ 487,04 bilhões.

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