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Disputa entre Ucrânia e Rússia afeta abastecimento de gás à UE

Por Guy Faulconbridge e James Kilner KIEV/MOSCOU (Reuters) - A Rússia e a Ucrânia pareciam estar longe de um acordo neste domingo sobre a disputa relacionada ao gás que tem afetado o abastecimento para ao menos quatro países da União Européia, em meio às baixas temperaturas do inverno no hemisfério norte.

Reuters |

Polônia, Hungria, Romênia e Bulgária registraram redução no abastecimento, uma vez que o monopolista exportador de gás russo Gazprom suspendeu o fornecimento para a Ucrânia em 1o de janeiro, devido a uma disputa contratual.

A Alemanha, a maior economia da Europa, até o momento não tem registrado diminuição no fornecimento.

A UE, que obtém um quinto do gás consumido a partir de dutos que cruzam a Ucrânia, tem exigido o cumprimento dos contratos de transporte e abastecimento.

Mas as companhias de gás da Rússia e da Ucrânia trocam acusações, indicando que uma solução para a disputa poderia demorar.

Neste domingo, a estatal ucraniana Naftogaz afirmou que a russa Gazprom reduziu o abastecimento para a Europa em um dos quatro importantes dutos de 52 milhões de metros cúbicos por dia para 20 milhões.

A Naftogaz exigiu que a Gazprom normalize imediatamente o fornecimento.

No sábado, a Gazprom anunciou que o presidente russo, Dmitry Medvedev, aprovou sua decisão de levar a companhia energética estatal da Ucrânia, Naftogaz, a uma corte internacional de arbitragem em Estocolmo, por estar descumprindo o contrato de transporte para a Europa.

A Ucrânia, em meio a uma crise econômica, afirma que a alta do preço do gás proposta pela Gazprom a levaria a uma crise humanitária.

Já Moscou sustenta que Kiev está roubando o gás destinado a Europa e que faz jogo político.

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