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DIs seguem humor externo e apontam para baixo na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros longos continuam ajustando para baixo na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Para o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, a queda nos vencimentos vem com a melhora de humor no mercado externo.

Valor Online |

Há pouco, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 diminuía 0,25%, a 14,63%. Janeiro 2011 tinha queda de 0,27 ponto, a 15,38%. E janeiro 2012 apontava 15,60%, desvalorização de 0,30 ponto.

Na ponta curta, dezembro de 2008 marcava 13,11%, alta de 0,04 ponto. E o DI para janeiro de 2009 cedia 0,06 ponto, projetando 13,46%.

Na avaliação de Rosa, o socorro financeiro ao Citigroup melhorou a percepção de risco e isso tem reflexo não só nos juros futuros, mas também no preço do dólar, que cai forte ante o real, e na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que opera em alta.

No fim de semana, o Departamento do Tesouro, o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano e a Federal Deposit Insurance Corp (FDIC, que garante os depósitos bancários) anunciaram um plano de resgate ao Citi, com a injeção de US$ 20 bilhões e garantia para os ativos de risco que estão na carteira do banco.

" Toda medida que ajude a reduzir os temores com deflação e depressão é muito positiva " , resume o especialista.

Voltando o foco para a política monetária brasileira, Rosa acredita que o Banco Central (BC) deve manter a taxa Selic estável em 13,75% na reunião de dezembro. Para o economista, ainda é cedo para falar que existem novos elementos que permitam uma percepção mais clara sobre qual será o comportamento da inflação e da atividade econômica. "A incerteza sobre o balanço de riscos permanece."
Contribuindo para o tom positivo do dia, o Boletim Focus, do BC, apontou estabilidade nas projeções de inflação de 2008 e 2009. A mediana das expectativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permanece em 6,39% no fechamento de 2008 e em 5,20% no fim de 2009. Já a projeção para IGP-M e IGP-DI foi revista para baixo.

Também foi apresentada a terceira leitura do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), que ficou em 0,57%, praticamente estável com relação à medição anterior.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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