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DIs revertem e têm novo pregão de alta na BM F

SÃO PAULO - Invertendo o movimento de baixa registrado no período da manhã, os contratos de juros futuros encerraram a segunda-feira apontando para cima na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). Segundo o gerente da mesa financeira da Hencorp Commcor Corretora, Rodrigo Nassar, a alta deve ser vista apenas como um ajuste de posições que teve seu impacto amplificado pela baixa liquidez do dia.

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de Deposito Interfinanceiro (DI) com o vencimento para janeiro de 2010, o mais líquido, fechou com alta de 0,05 ponto, a 11,38%. O contrato para janeiro 2011 subiu 0,14 ponto, 11,54%, e janeiro 2012 apontava 11,80%, com valorização de 0,22 ponto.

Na ponta curta, o DI para fevereiro de 2009 marcava 12,64%, leve alta de 0,01 ponto. O vencimento para março fechou estável, a 12,62%, e Julho de 2009 ganhou 0,04 ponto, para 11,81% ao ano.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 377.505 contratos, equivalentes a R$ 33,55 bilhões (US$ 14,24 bilhões), montante 39% menor do que o registrado na sexta-feira. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 194.135 contratos, equivalentes a R$ 17,58 bilhões (US$ 7,46 bilhões).

Segundo Nassar, o evento mais relevante do dia foi a divulgação do Boletim Focus, do Banco Central, que trouxe nova redução na projeção de inflação para 2009.

A sondagem aponta Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estimado em 4,64% no fechamento do ano, contra 4,8% da semana anterior. Mais uma redução desse tamanho jogará a perspectiva de inflação para baixo do centro da meta, de 4,5%. Os prognósticos para IGP-DI, IGP-M e IPC também recuaram.

Pelo lado da atividade, os agentes continuam esperando crescimento de 2% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, mas reduziram de 2,15% para 2% o avanço projetado para a produção industrial.

Avaliando o horizonte de política monetária, Nassar acredita que o Banco Central deve efetuar novas reduções na taxa Selic, mas as apostas sobre o tamanho do corte devem se concentrar depois da divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na quinta-feira. Por ora, a curva precifica redução de 0,75 ponto percentual.

Segundo o especialista, o documento deve trazer as razões para o corte de 1 ponto percentual na Selic na semana passada, movimento que surpreendeu a maior parte do mercado, que apostava em redução de 0,75 pontos. "Mas, mais importante que o conteúdo da ata, é que o Banco Central deixou de caminhar na contramão do mundo iniciando um ciclo de afrouxamento monetário."
(Eduardo Campos | Valor Online)

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