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Diretório do FMI elogia o Brasil mas adverte para inflação

O diretório executivo do FMI divulgou nesta sexta-feira as conclusões da última análise da economia brasileira, em um relatório que elogia o país, mas ao mesmo tempo adverte para pressões inflacionárias.

AFP |

Os diretores do Fundo Monetário Internacional (FMI) ressaltaram, em um documento de 11 de julho divulgado nesta sexta-feira, que graças às políticas econômicas do governo e a um ambiente externo favorável, o Brasil se tornou mais resistente a eventuais choques externos.

Mas o diretório do organismo financeiro considerou que "o Brasil deve conter o crescimento da demanda interna", no momento em que as pressões inflacionárias aumentaram "além dos efeitos" da elevação mundial dos preços das matérias-primas e seu balanço exterior de conta corrente passou de um superávit para um déficit.

Em junho, o Banco Central brasileiro informou que o Brasil registrou um déficit recorde em sua conta corrente externa de 17,402 bilhões de dólares nos seis primeiros meses do ano, principalmente devido a um pequeno superávit de balança comercial e à remessa de dinheiro para o exterior por parte de empresas estrangeiras instaladas no país.

O FMI elogiou a decisão das autoridades monetárias brasileiras de aumentar a taxa básica de juros, que em julho foi aumentada em 0,75 ponto percentual para se situar em 13% anual.

O organismo prevê um crescimento da economia brasileira de 4,9% em 2008, em conformidade com os 5% previstos por Brasília. Ambas as cifras superam os prognósticos do mercado.

Em 2007, o Brasil cresceu 5,4%.

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