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Diretor-geral do FMI defende solução sistêmica para crise

Paris, 23 set (EFE).- O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, defendeu hoje uma solução sistêmica para a crise financeira global que precisará do apoio público e de uma maior regulação e vigilância dos mercados de capitais.

EFE |

Em artigo publicado hoje no jornal francês "Le Monde", Strauss-Kahn destaca que "vigilância, objetividade e colaboração serão indispensáveis para fazer frente aos problemas".

Strauss-Kahn elogiou as medidas tomadas pelos Estados Unidos nos últimos dias e encorajou outros países industrializados a também implementarem planos de ação que permitam que "os sistemas financeiros, que se desenvolveram em excesso em relação à economia real, possam se estabelecer em um nível razoável".

Para o diretor-geral do FMI, a curto prazo, a solução deve levar em conta o "abastecimento de liquidez", a "recompra dos ativos desvalorizados" e a "injeção de capital nas instituições financeiras".

Para isso, segundo Strauss-Kahn, os bancos centrais devem evitar a retirada em massa de dinheiro, e por essa razão é necessário devolver a confiança junto aos clientes sobre a segurança de seus depósitos, como vem sendo feito desde 2007.

Strauss-Kahn também lembrou que existem meios para que o Estado forneça mais capital aos bancos sem recorrer à nacionalização, como as "injeções de capital privado", que permitem "deixar o controle nas mãos do setor privado a fim de evitar a nacionalização das perdas".

O diretor-geral do FMI diz que, apesar de as conseqüências previsíveis para o conjunto da economia como uma recessão grave ainda não terem se manifestado, não se deve interpretar a explosão da bolha imobiliária como uma "simples correção".

Strauss-Kahn acrescenta que tampouco as carências do mercado hipotecário americano devem ser entendidas como um "incidente infeliz" e a quebra das instituições financeiras como "efeitos colaterais". EFE jaf/wr/rr

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