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Diretor do Procon fala sobre a nova lei dos call centers em chat com internautas do iG

Um minuto. Este é o tempo máximo que a nova lei de call center, que entra em vigor nesta segunda-feira em todo o País, estabelece para que o cliente seja atendido pelas empresas. Para esclarecer como o consumidor deve agir caso se sinta prejudicado com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), o diretor de Atendimento e Orientação ao Consumidor da Fundação Procon de São Paulo, Evandro Zuliane, participa de um bate-papo com os internautas do IG às 12h.

Redação |

 

 

Divulgação

Zuliane ensina como agir em caso de irregularidade

Zuliane é mestre em direito político e econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e colaborador do Curso de Formação de Agentes Fiscais e Técnicos de Defesa do Consumidor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça.

As mudanças

O Decreto 6.523, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 31 de julho, determina que todos os menus eletrônicos contenham a opção de falar diretamente com o atendente. A transferência de ligação entre os funcionários só pode ser realizada uma vez e, nos casos de cancelamentos e reclamações, ela está proibida. Todos os atendentes devem estar aptos a realizar essas funções.

SAC deve estar disponível, ininterruptamente, durante 24h por dia e sete dias por semana. A empresa é obrigada também a manter a gravação da ligação por 90 dias e o registro por dois anos. Quando solicitada, deve enviar por e-mail ou carta a transcrição da ligação para o cliente.

Zuliane irá conversar com os internautas sobre como agir e que órgão procurar quando a empresa não cumprir a alguma das novas determinações. Caso seja comprovada a irregularidade, as companhias podem receber multas que variam de R$ 200 a R$ 3 milhões.

 iG

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