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Diretor do FMI diz que crise pode provocar fome na América Central

A crise financeira mundial afetará a atividade econômica na América Latina, e nas regiões mais pobres, como América Central, pode provocar fome e desnutrição infantil, advertiu o diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss Kahn.

AFP |

Em um colóquio União Européia-América Latina organizado em Paris, o diretor do FMI afirmou que por causa da globalização, do nível do fluxo de capitais e intercâmbio comercial, a crise afetaria todo o mundo com a redução da atividade econômica.

No mundo desenvolvido, por exemplo a Europa, isso se traduzirá numa queda da produção, "mas as conseqüências podem ser dramáticas para África e América Central, pois significarão fome e desnutrição infantil", alertou.

O diretor geral do FMI falou ainda dos perigos da "outra crise", em referência à disparada da inflação, com efeitos tanto ou mais desastrosos para os países pobres quando se soma à crise financeira.

A alta dos preços mundiais de alimentos e do petróleo, que há três meses era cotado a quase 150 dólares o barril, afetou mais de 50 países do mundo, sobretudo na América Central, África e do leste da Europa.

Mesmo com os preços estabilizados agora - no caso do petróleo a menos de 90 dólares o barril - continuam sendo mais elevados que antes.

A inflação pode ter efeitos mais desastrosos em países emergentes já gravemente afetados pela crise financeira.

feff/fp

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